Eleições 2022; Os “herdeiros” de caciques políticos que tentarão eleições.

Da editoria de  política

As eleições ano que vem já estão nas ruas e o protagonismo de velhos caciques vai sendo colocado a mesa para eleição de suas crias, apostando que seu “prestígio” e densidades eleitorais de outrora, lhes garantem vantagens e largadas eleitorais espetaculares.

Vejamos:

Jaime já lançou a esposa e ex Prefeita Lucimar para federal e o irmão ex tudo Júlio Campos para estadual, aposta as suas gordas fichas e muitos recursos que emplaca os dois.

Bosaipo lança seu filho a federal, na crença que sua história política será relembrada e trará frutos ao rebento.

Nesse caso precisa dar um tilty em parte da história se não lembranças de eleitores vão encerrar de saída suas pretensões.

José Riva apoiando Janaína a estadual e praticamente desnecessário, a menina criou asas, conquistou espaços e tem vida própria, não precisa de apadrinhamentos ou referências, é considerada eleita e com margem expressiva de votos que ela mesmo garantiu com um belo trabalho no parlamento.

Serys lança sua filha Natacha na política.

A ex deputada e Senadora
foi eleita a Senado com apoio de Riva e Jaime.

Apagada e no final, melancólica com o nome citado em delações e estigmatizada como a mais veemente petista dessas bandas, dificilmente consegue eleger a filha, que nunca ocupou espaços políticos ou fez qualquer tipo de trabalho social ao longo da vida.

Serys após perder o apoio dos dois coronéis da política nunca mais conseguiu êxito nas eleições as quais disputou, foi esquecida, saiu cabisbaixa da cena e tem muito poucas chances de êxito com essa sua incursão familiar.

Romualdo trás o irmão Juliano Jorge que está no staff do governo construindo notoriedade furando poços na Metamat, mas terá que se descompatibilizar e confiar apenas nas mobilizações do irmão. Uma incógnita.

Cidinho Santos quer emplacar o irmão Wener, também no staff do governo que vai viver o mesmo dilema do colega, pedreira pela frente, mas dizem que Cidinho é o cara, então vejamos se tem mesmo essa moral toda.

Os lançados até agora só Natacha tem
minimas chances apesar de já propagarem por aí que vem com muito dinheiro e recursos próprios pois a menina é rica, criada em berço de ouro, socialite e tem hospital para virar popular num estalar de dedos eleitorais. Se gastar muito pode até ser.

No clã dos Pinheiro era dado como certos os lançamentos de Emanuelzinho a reeleição, que vive um inferno de não ser aceito em nenhum partido e a genitora Márcia, que está afundada até os vastos cabelos numa lama recente de denúncias e desvios de dinheiro da saúde.

Até ontem eleitos agora nem Deus sabe.

Crias e recrias nesse Brasil de tantas surpresas políticas sempre se deram bem com as heranças que capitaneavam votos e simpatias de quatro em quatro anos, contudo, habemos redes, muitas informações e o danado do Google para mostrar histórias e passagens que induzem o eleitor a avaliar, reavaliar e pensar muito antes do digite e confirma.

As sonhadas e disputadas cadeiras estarão a dispor de milhares de candidatos no próximo ano que se engalfinham tentando vitórias.

O tal fenômeno de 2018, não se repetirá, quando sentados, lisos e numa onda de mudanças, alçaram várias figuras inexpressivas a política que causaram tantas decepções aos virtuais conquistados eleitores.

Os tempos de rasgar notas de 100, contratar apoiadores e cabos eleitorais na grana e usarem o marketing eficiente, caro, mais disfarçado em tempos de nova legislação estão de volta.

Preparem bolsos nobres Srs. e Sras. a mamata do bla bla bla virtual não existirá e dim dim será o melhor produto e ferramenta nessas eleições.

Se não tem nem entre, pode arrumar dívidas, inimigos, antipatias e ficar pior do que está.

Rufando Bombo

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