• 10 de dezembro de 2019

“Tinham Promotores que só queriam aparecer” Botelho faz duras críticas a atuação de membros do MP, no caso das “notas frias na AL ” e defende a Lei de Abuso de Autoridades, VEJA AQUI

Botelho acredita que denúncia contra Ele não irá prosperar por falta de provas contundentes , ele narra a atuação midiática de membros do GAeco no dia da operação DejavU no seu gabinete na Presidência da AL , segundo o deputado eles ficaram das 06: 00 da manhã até as 20:0 hs esperando a TV Centro América para fazer a materia irritado durante a entrevista no programa Emparedado botelho defende a Lei de abuso de autoridade .

ENTEDENDA O CASO

As supostas fraudes teriam ocorrido entre 2012 a março de 2015. As empresas GB de Oliveira Comércio ME, HC da Costa Campos e Cia Ltda ME, VPS Comércio ME e VH Alves Comércio ME emitiam notas fiscais de compra de materiais de papelaria e informática e assim justificar os gastos dos parlamentares com a verba indenizatória.

O MP destaca que em depoimento os empresários investigados Hilton Carlos da Costa Campos, Victor Hugo Alvez, Vinicius Prado Silveira e Gabriel de Oliveira Silveira confirmaram a emissão das notas frias.

“O empresário Hilton Carlos da Costa Campos, dono da HC da Costa Campos e Cia, compareceu à sede do Gaeco onde prestou depoimento confessando sua participação, entre os anos de 2011 e 2015 num esquema criminoso integrado por Vinícios Prado Silveira, à época funcionário da Assembleia Legislativa, que consistia no fornecimento de notas fiscais “frias” (fraudulentas) que simulavam a venda de compra de materiais de consumo de papelaria e informática pela Presidência da AL, e também pelos gabinetes dos então deputados Walter Rebllo, Wagner Ramos, Zeca Viana, Romoaldo Junior, Ondanir Bortolini, Emanuel Pinheiro, Wancley Carvalho e José Riva”.

Rufando Bombo

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