Policia

Caso Chico 2000, Delegado do caso suspeita que vereador preso tenha cometido outros abusos sexuais em Cuiabá

Responsável pelas investigações de suposto abuso sexual cometido pelo vereador Chico 2000 (PR) contra sua enteada, o delegado Eduardo Botelho confirmou que existe a possibilidade de outras vítimas do parlamentar. “Existe denúncias indicando possíveis abusos praticados por ele contra outras vítimas. Isso será apurado agora”, assinalou o delegado.

Por conta disso, ele representou pela prisão preventiva do republicano, que foi decretada no último domingo. “A prisão é imprescindível à investigação. Somente com o encarceramento provisório possíveis vítimas terão a tranquilidade necessária para vir aqui e produzir provas contra ele”, justificou o delegado.

Chico 2000 se apresentou nesta terça-feira, após policiais não o encontrarem em sua residência, nem na Câmara de Vereadores. Ele evitou se aprofundar sobre a acusação.“Eu disse que não falaria mais do assunto em razão de se tratar de uma menor e que qualquer coisa que eu fale vou estar expondo a figura dela. Isso é proibido por lei e só vou tratar disso no momento oportuno”, assinalou.

Um boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia do Centro no dia 26 de novembro pela enteada de 11 anos em companhia da tia denunciando o vereador Chico 2000 de ter abusado sexualmente da menor. No documento, é relatado que o parlamentar de 61 anos passou as mãos nos seios e na barriga da jovem, que é filha de sua noiva durante uma festa no dia 13 de outubro.

O caso foi encaminhado a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).  As investigações correm em segredo de Justiça.

 

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