• 19 de julho de 2019

Mauro Mendes justifica porque não acatou proposta da Al para por fim a greve na educação

Eu respeito a Assembleia, eles têm uma dinâmica muito mais voltada ao diálogo e é importante que eles façam. Nós respeitamos nossos deputados, não tem problemas eles encaminharem a proposta. Estamos aqui para ouvir, mas decidir em cima da verdade e de fatos concretos. Não seremos uma administração irresponsável, que vai ficar dando cheque sem fundo”, pontuou Mendes, na tarde desta sexta-feira (12).

Conforme o ofício encaminhado pelo presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (DEM), e assinado pela maioria dos 24 parlamentares, a proposta seria parcelar o reajuste salarial de 7,69%, determinado na principal reivindicação da categoria, a Lei 510/2013, a chamada “Lei da Dobra do Poder de Compra”.

Seriam duas parcelas de 2,6% a serem pagas nas folhas salariais de agosto e novembro deste ano e outra de 2,49% correspondente ao mês de fevereiro do ano que vem.

“Já respondemos à Assembleia, como já respondemos a todos, inclusive ao sindicato, que existe uma Lei de Responsabilidade Fiscal, federal, aprovada no ano de 2000, que é superior as leis estaduais hierarquicamente. Existe a prevalência de leis que diz claramente, que estourando os limites de gastos com o pessoal, nós ficamos impedidos de dar qualquer aumento na folha salarial e nada disso mudou na última semana, nos últimos meses. Enquanto não mudar, nós não temos condições”, disse o chefe do Executivo.

Questionado, sobre uma possível obstrução de pauta, por parte dos deputados, em relação a assuntos do governo, Mendes afirmou que a Assembleia é independente. “Se obstruir a pauta mudar a Lei de Responsabilidade Fiscal ou fazer entrar mais dinheiro no caixa ok, está resolvido. Se fazer proposta também resolver o problema da LRF ou fazer entrar dinheiro no caixa, ok. Problema resolvido, mas nada disso aconteceu”, finalizou.

Foto Marcio Eça

Rufando Bombo

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