Execução no Paraguai ; Filha de governador paraguaio não era alvo de atiradores, diz polícia

O GLOBO

A Polícia do Paraguai acredita que Haylee Carolina Acevedo Yunis, executada neste sábado ao sair de uma casa de festas na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil, não era e o alvo dos criminosos. A jovem era filha de Ronald Acevedo, governador de Amambay.

Autoridades apontam que o objetivo da ação seria tirar a vida de Omar Vicente Álvarez de 32 anos, conhecido como “Bebeto”, que acabou morto após ser atingido por 31 tiros. Outras duas mulheres brasileiras também foram baleadas e não sobreviveram ao ataque.

— O objetivo principal seria Osmar Alvarez, vulgo Bebeto, mas como essas pessoas o acompanhavam, também foram vítimas — explicou o chefe da investigação, Jorge Vidallet, em entrevista coletiva, conforme publicou o jornal paraguaio Hoy.

Foram encontrados mais de cem munições na cena do crime. Omar Álvarez dirigia um carro e a filha do governador estava sentada no carona. Conforme a imprensa local, ele não tinha passagem pela polícia.

Família já foi alvo de atentados

A morte da jovem de 21 anos reviveu outros atentados sofridos na família do governador Ronald Acevedo. Ele formava um clã político com os dois irmãos, José Carlos Acevedo, que concorre à reeleição para prefeito de Pedro Juan Caballero neste ano, e do ex-deputado Robert Acevedo, vítima da Covid-19 em fevereiro.

Rufando Bombo

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