Cotidiano

Uma boa notícia: Bebê enterrada viva apresenta melhora no quadro de saúde

A Gazeta

A informação foi confirmada pelo diretor do hospital, Antonio Preza, que também informou que o quadro clínico é considerado estável, já que os medicamentos usados para diminuir a infecção generalizada ajudaram no avanço do tratamento.

Os aparelhos usados para ajudar na respiração devido a anóxia (falta de oxigênio no sangue que pode resultar em sequelas irreversíveis por conta do tempo em que permaneceu enterrada) também foram reduzidos.

No entanto, no final da tarde de sexta-feira (8), o diretor informou que a criança também passou por uma pequena cirurgia para inserir o cateter adbominal, que em contato com o sangue trabalha para eliminar as substâncias e líquidos acumulados no sangue.

Um novo boletim médico será divulgado no final da manhã com mais detalhes do quadro clínico da criança, que permanece entubada.

Caso
A Polícia Militar divulgou um vídeo do resgate que mostra o exato momento em que a criança é retirada de um buraco. Estima-se que a criança ficou mais de 7 horas debaixo da terra até ser resgatada já que teria sido enterrada por volta das 14h e resgatada por volta das 21h.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, o caso foi registrado por volta das 20h, da última terça-feira (5), quando os policiais receberam uma denúncia de que uma indígena de 15 anos, havia dado a luz a uma menina por volta das 12h, e já as 16h a criança teria sido enterrado pela bisavó com consentimento da mãe no terreno do lote ao lado da residência onde mora a família.

A avó e bisavó da recém-nascida indígena, enterrada viva em Canarana(a 823 km a Leste de Cuiabá), premeditaram a tentativa de infanticídio, conforme apontam as investigações da Polícia Civil.

A avó foi presa ontem e a bisavó já estava presa desde terça-feira. O delegado responsável pelo caso, Deuel Paixão de Santana, destaca que os depoimentos confirmaram que as duas já haviam tentado fazer com que a adolescente de 15 anos abortasse, sem sucesso, e chegaram a coagir os familiares para não contarem a verdade.

Foto reprodução

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